Vivam André Matsangaisse e Afonso Dhlakama, nossos heróis e mártires

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sexta-feira, 5 de outubro de 2018


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"Já não era suficiente o sacrifício de 4 décadas, que ostentava no curriculum?"


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VLITOS COMANDANTE SUPREMO 01 02 2017 1_nHouve “savimbização médica” a lume brando, sobre o nosso eterno presidente e herói nacional Afonso Dhlakama, 28 milhões não dormem e vão ajustar contas nas mesas da assembleia de votos em 10 10 2018
Este tema não é segredo nenhum, pois nesta plataforma de “fb”, na devida altura escrevi e publiquei para todos, a minha inquietação sobre a matéria.
É muito simples meus caros amigos, fartei-me eu de escrever cartas para dr Mário Rafaelli, líder dos países mediadores e muito mais, por que motivo?
Porque via o Afonso Dhlakama, doente de diabetes, preso na montanha sem tratamentos adequados, sem os cuidados que a doença diabética necessitava, devido ao estado avançado da patologia.
Como sabe, hoje em dia um médico ou entendido na matéria, ao ver as análises efectuadas, ou ler o relatório médico, consegue até prever o tempo de vida que um individuo tem, se continuar sem receber determinado tratamento ou, se persistir num “modus vivendi” inconveniente ao seu tratamento.
O que me levou a pensar, que se o Afonso Dhlakama era encarado respeitosamente imprescindível ao diálogo, para a obtenção da paz, porquê as entidades mediadoras não o retiravam da serra da Gorongosa, como forma de reconhecer-lhe o peso e, sobretudo pelo peso da idade e a doença de que padecia.
Evitando assim a degradação e sujeitá-lo a piorar o mal-estar pela enfermidade.
Já noutro lugar, gozando segurança e  gararantia, psicológicamente atingiria os níveis de tranquilidade, com a consequente  melhoria, devido a  apetrecho de médico e medicamentosa,  atingindo mais frescura  e,  indicações  de  saúde melhor  controlada, diminuindo preocupações de todos os envolvidos.
A vida que Afonso Dhlakama levava na serra, era de conhecimento de todos, dado que de noite, os rangers incansáveis, fiéis e valentes, permutavam-lhe o lugar, pelo menos 3 a 4 vezes, para se lhe evitar a “savimbização” directa.
Porque ele tinha que estar naquelas condições? Já não era suficiente o sacrifício de 4 décadas, que ostentava no curriculum?
Afinal de contas como agem no mundo inteiro, quando se decretam tréguas e, se enterra o machado de guerra com sinceridade?  
Foram todos testemunhos, da atitude de Afonso Dhlakama, que foi célere e mandou retirar todos os rangers, que desapareceram de vista, assim que se concluiu ser a suspensão bélica fundamental naquela fase das conversações.
Nas minhas cartas foi sempre patente a preocupação central, pelo bem-estar da figura central da nossa luta contra a corrupção e injustiça no nosso país.
Nisso nem os “altos quadros” na sede me deram ouvidos, (ou talvez temerosos da intimidação), nem dos mediadores em geral e, nem do próprio dr Rafaelli, vimos qualquer movimentação nesse sentido.
Qual foi a motivação, do abandono dum líder daquele quilate?
Terá sido uma falta de vontade ou coragem? 
Não houve nem se notou nos países mediadores, a boa vontade, uma vez que o mundo inteiro observou que a Frelimo lhes obedece escrupulosamente, porque é donde lhes vem o dinheiro que lhes alimenta a corrupção e, é donde sentem  a tolerância, que lhes permite à Frelimo beber  e, sujar as mãos de  sangue, dos 28 milhões de inocentes.
Assim o nosso herói carregou a cruz sozinho, até ao fim e, em nenhum momento tiveram pena dele, lembro-me dos indiscriminados bombardeamentos dos fins de semana sobre a serra.
Aí onde estava o corpo diplomático? Em que lugar se haviam metido os doutores dos direitos humanos e os democratas progressistas?
A meu pensar e não sei a quem apontar o dedo, só a Deus cabe tratar dessa injustiça, foi ajustado na altura em que o mantiveram na serra, “o berço da democracia nacional”, um “lume brando” de “savimbização médica”, sobre o nosso herói nacional “number one”.
A  "savimbização médica", isto eu publiquei nesta plataforma na devida altura, como anteriormente evoquei  e, todos leram.
Enfim foi triste e muito mau para os 28 milhões, pelo que só nos resta esperar que o nosso actual líder máximo, tenente-general Ossufo Momade, prossiga com as reformas hierárquicas e a disciplinização da Renamo, porque sem isso, pode ser ou “unitização” ou “emdemização” da Renamo, conforme a análise de cada um.
O que é importantíssimo para o bom fim de tudo o que foi, um levantamento militar desencadeado em 01 de março de 1977, é haver coragem e vontade, porque a incumbência da seriedade da Renamo, tem o peso de 28 milhões de  toneladas de humildade política.
Que ninguém se esqueça de no dia 10 de outubro, que se aproxima com velocidade, temos um compromisso. Para arrebentamentarmos a corrupção, a ganância sobre riquezas e bens alheios e, que consigamos recuperar e restituir o orgulho e bem-estar aos 28 milhões.
A palavra de ordem será votar, votar, votar e votar sempre nas perdizes, sem falta e kanimambo.
Vivam André Matsangaisse e Afonso Dhlakama, nossos heróis e mártires, viva tenente-general Ossufo Momade, vivam os fiéis e valentes rangers e vivam, vivam e vivam os 28 milhões de cidadãos moçambicanos , que haja fogo na baía, duma vez para sempre.
Vlitos – 0510.2018



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